1.4 Promover a transformação digital inclusiva através da liderança e da colaboração
Explore a forma como a transformação digital inclusiva no ensino superior é fundamentalmente um desafio de liderança e coordenação e não um desafio puramente tecnológico. Esta unidade centra-se na forma como os líderes podem criar abordagens coerentes e multifuncionais que reduzam a fragmentação, reforcem a acessibilidade e o apoio aos estudantes e utilizem a experimentação responsável para melhorar a qualidade da aprendizagem - e não apenas a eficiência.
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Selecione uma mudança digital ou relacionada com a IA que afecte o ensino, a aprendizagem ou os serviços aos estudantes na sua instituição. Os exemplos podem incluir um serviço de assistência ao estudante apoiado por IA, uma nova plataforma de avaliação, um quadro de ensino híbrido, um programa de melhoria da acessibilidade ou a análise da aprendizagem para apoio precoce.
Na sua resposta, inclua:
1. Partes interessadas: Indique pelo menos cinco grupos de partes interessadas relevantes no ensino superior (por exemplo, estudantes, pessoal académico, responsáveis por programas, serviços de apoio aos estudantes, apoio a deficientes/acessibilidade, TI, biblioteca, garantia de qualidade, proteção de dados, parceiros externos).
2. Grupo negligenciado: Escolha um grupo que é frequentemente ignorado (por exemplo, estudantes a tempo parcial, estudantes pendulares, estudantes internacionais, estudantes com deficiência, estudantes da primeira geração, pessoal docente adjunto) e explique por que razão a sua perspetiva é essencial para a inclusão.
3. Dois riscos de colaboração: Identifique dois riscos práticos que possam comprometer a inclusão se a colaboração for fraca (por exemplo, práticas de curso incoerentes entre faculdades, propriedade pouco clara, fraca conformidade com a acessibilidade, comunicação confusa, falta de capacidade de apoio ou IA utilizada sem vias de escalonamento transparentes).
4. Duas acções de envolvimento: Proponha duas acções concretas para criar confiança e apropriação partilhada. Pelo menos uma ação deve envolver os estudantes como parceiros (por exemplo, uma sessão de co-conceção com diversos estudantes, um grupo-piloto com representantes dos estudantes, feedback estruturado com acompanhamento visível, clínicas de acolhimento de pessoal, comunicação clara sobre a utilização de dados e supervisão humana).
5. Um indicador de sucesso: Indicar um sinal mensurável de que a mudança está a funcionar para a inclusão e não apenas para a eficiência.
(Escrever até 200-300 palavras).
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